segunda-feira, 4 de abril de 2011

Sempre é tempo. Tempo de sorrir, de chorar, de lembrar das coisas do passado ou planejar o dia de amanhã. Sempre é tempo. Tempo de contemplar o nascer de mais um dia, o entardecer pleno e calmo no verão ou a rigidez de uma tarde de inverno. Sempre é tempo de olhar o desconhecido que perambula pelas ruas distraidamente, de colher uma flor, de lembrar da velho namorado que o tempo da juventude levou.


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